Por onde anda o massagista Ascanium Alves que fez história no futebol Tocantinense e Goiano?

Por onde anda o massagista Ascanium Alves que fez história no futebol Tocantinense e Goiano. Uma carreira repleta de conquistas no futebol Goiano e Tocantinense. A pergunta que não cala. Cadê Você! o massagista Ascanium Alves Arruda.

Natural de Goiânia, Ascanium escreveu uma bonita história no futebol tocantinense, onde trabalhou no Palmas, Interporto e Paraíso. Pelo futebol tocantinense, Ascanium foi campeão quatro vezes campeão pelo Palmas ( 2001/2003/2004 e 2007). Já pelo Interporto foi campeão uma vez em 2017 quando o técnico do Tigre era Wladimir Araújo.

Carreira
Ascanium relembra que quando iniciou a carreira em Goiânia ainda muito novo no Atlético Goianiense ia acompanhar os jogos das categorias tampinha até o Sub-20. Mesmo não sendo funcionário do Dragão disse que gostava de estar presente com a meninada nos jogos. Lá no Atlético conheceu um senhor chamado Moacir que ele era de Araguaína e trabalhava no Vila Nova. E este senhor o convidou para ajudar na base do Vila, mas sem remuneração.Um certo dia, Almir, o Paulinho Benga e o Givanildo Antônio Divino Rosa, que era o administrador e coordenador da base me perguntaram porque você não treina o Vila, afinal, você não bebe e nem fuma seria a pessoa certa para desenvolver este trabalho.
Foi aí então que surgiu a chance de trabalhar diretamente com a base ao lado do Almir nos jogos de base Sub-15, infantil, tampinha. “Fui um dos primeiros professores a dar aula para garotada no Vila Nova”, relembra Ascanium.

Massagista
No Atlético Goianiense, Ascanium disse que brincava de massagista e um dia durante a Copa Coca-Cola, seu Ataíde responsável pela base do Dragão, sempre pedia para ele assinar a súmula porque o massagista oficial faltava ou atrasava. “Eu ficava orgulhoso de entrar em campo para atender os jogadores do Atlético. Dali em diante tomei gosto pela função, e depois não larguei mais”, comentou.

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Ascanium Alves tira uma self mostrando os vários títulos que conquistou ao longo da carreira profissional – Fotos: Arquivo Pessoal/Divulgação

Roni
Ascanium conta que assinou pela primeira vez a carteira em 1993 pelo Vila Nova. No mesmo ano já foi campeão na base do time Colorado auxiliando o técnico Almir. Depois disputou a Taça Rio em 1994. Também trabalhou com o time na Taça BH onde foi revelado o jogador Roni (Seleção Brasileira, São Paulo e Fluminense). Nesta competição o Vitória já estava de olho no Roni. Foi várias vezes campeão na base.

Ascanium disse que estava em campo, na época Campo da Conap, em Goiânia, quando Roni havia sido revelado e que o treinador Paulinho o chamou. “Pensei que era para levar água para ele, mas não me comunicou que iria tirar do treino o Roni e que era para eu levar os documentos dele para o Givanildo antes que outro time levasse embora o menino”, recordou ele. Ainda no futebol Goiano, Ascanium trabalhou na Anapolina, em 1997 e no Anápolis, em 1998.

Futebol Tocantinense
Ascanium veio trabalhar no futebol tocantinense em 2001, por meio do técnico Edson Frank, que era treinador da base do Palmas e funcionário do estado naquela época. Os dois já haviam trabalhado juntos em Mogi Mirim no Futebol University. Antes de ir para o Tricolor da Capital, Ascanium começou a trabalhar na Capital, na escolinha Soccer Brasil dando aula para criançada. Depois o Frank o indicou para o Palmas através do dirigente Belmiran José de Sousa e o presidente José Pinto. Trabalhando como massagista no Palmas conquistou os títulos de 2001/2003/2004 e 2007.

Em 2010 foi trabalhar em Porto Nacional pelo Interporto. Neste mesmo ano retornou para Goiânia, onde foi trabalhar na escola de inglês Fisk de sua irmã. No ano seguinte, Ascanium disse que voltou para Palmas para tomar conta do Restaurante do Bigode (torcedor símbolo do Palmas). Com a chegada do presidente Lucas e do supervisor Robson Tavares retornou ao Palmas em 2016. Depois do Palmas voltou para Goiânia e dez meses depois retornou para Porto Nacional , onde foi campeão ao lado técnico goiano Wladimir Araújo

Aposentadoria
Hoje com 63 anos, Ascanium disse que não tem mais condições físicas de ficar correndo no gramado para fazer atendimento aos jogadores. E em razão disso, disse que encerrou a carreira e agora está retornando, talvez de vez, para Goiânia, onde irá trabalhar numa fazenda cuidando de plantas e animais. “Creio que já dei uma boa contribuição ao futebol e agora vou cuidar de mim e minha família, mas agradece a todos que sempre o ajudaram e deram apoio para ele na função que escolheu para trabalhar como profissional”, finalizou ele.

www.aloesporte.com.br

2 COMENTÁRIOS

  1. Bela Reportagem Dr Reinaldo Cisterna
    São esta e outras buscas do fundo do bau que mostram você como o grande conhecedor, incentivador e amante do nosso futebol.
    Um grande abraço
    José Pinto
    De um abraço também no Miguel

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