Ex-dirigente do Palmas, Silvestre Dalastra e sua esposa morrem de Covid-19 no Mato Grosso

Faleceu na madrugada desta sexta-feira (26), na cidade de Sinop (MT), vítima de Coronavírus (Covid-19), um dos fundadores e ex-conselheiro do Palmas Futebol e Regatas e dirigente da Canastra Tocantinense, Silvestre Dalastra, além de  sua esposa Luzineide Germano da  Conceição, conhecida como Elizângela. A informação foi repassada pela família. Em razão da pandemia do Coronavírus não houve velório e o enterro seria realizado nesta tarde, na cidade Sorriso, e apenas oito pessoas poderiam acompanhar, mas a distância. Tanto Silvestre Dalastra com a esposa são da cidade de Sorriso, mas faleceram em Sinop, onde estavam internados.

Silvestre Dalastra (67 anos) e Luzineide Germano da Conceição, conhecida como Elizângela (57 anos).  Atualmente o casal morava em Sorriso no Mato Grosso e trabalhavam com vendas de frutas.

Silvestre Dalastra em um momento de entrega de premiação de competição de Canastra, em Palmas – Divulgação

Há cerca de 15 dias os dois apresentaram o sintomas da (Covid-19), e foram internados, mas o caso agravou-se e os dois faleceram na madrugada desta sexta-feira. Silvestre Dalastra deixa 4 filhos e 7 netos. Elizângela deixa um filho e duas netas.

Eles foram casados por 29 anos e foram pioneiros aqui Palmas. Silvestre Dalastra foi um dos fundadores do Palmas Futebol e Regatas e também chegou a ser  presidente e conselheiro, segundo a família. Foi também patrono CTG e dos fundadores da Confederação Brasileira de Canastra.

Esporte

Ainda no Esporte, Silvestre Dalastra foi eleito Conselheiro do Palmas Futebol e Regatas, na administração do presidente Adagsmar Araújo,  em dezembro de 2004 para o biênio de 2005/2006. Dalastra era um apaixonado pelo Palmas e sempre esteve acompanhando jogos do clube no Estádio Nilton Santos.

Já na Canastra, além de jogador também foi presidente do Clube de Canastra de Palmas, por oito anos. Era praticante da canastra e, no período de 2001 a 2010, segundo o presidente da Confederação Brasileira de Canastra, Luiz Carlos Bastos, o amigo Silvestre Dalastra conquistou alguns terceiro lugares no Campeonato Municipal, e sempre chegava, nas oitavas e quartas de final das competições.

Silvestre Dalastra chegou com a a família em Palmas, em 1990 e permaneceu por 26 anos, antes de retornar para o Mato Grosso. Ele era natural de Chapecó (SC) e esposa era tocantinense de Araguaína.

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